- não jogar lixo nas vias públicas (ruas),
- elaborar obras de engenharia para evitar as enchentes,como por exemplo:
- - barragens de defesa contra inundações,
- -diques
- - bueiros.
- Não jogar lixo em terrenos baldios
- Não jogar sedimentos, troncos, móveis, materiais e lixo que impedem o curso do rio, provocando transbordamentos;
- Não jogar lixo nos bueiros (boca de lobo), para não obstruir o escoamento da água;
terça-feira, 29 de maio de 2012
COMO EVITAR ?
PRINCIPAIS DANOS
- Inundação de residências e vias públicas;
- Perdas materiais
- Perdas materiais
- móveis,
- danificação de automóveis,
- objetos, etc.
- malária,
- hepatite A,
- febre amarela, l
- eptospirose, entre outras.
sábado, 19 de maio de 2012
COMO OCORRE ?
Acontece pela interferência humana deixando assim de ser uma calamidade
natural. A interferência humana ocorre em vários estágios começando:
pela fundação de cidades em limites de rios,
pelas alterações
realizadas em bacias hidrográficas,
pelas construções mal projetadas de
diques,
bueiros e outros responsáveis pela evacuação das águas e ainda
pelo depósito errôneo de lixo em vias públicas que com a força das
águas são arrastados causando o entupimento dos locais de saída de
água.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
O QUE É ?
Quando o leito natural de um rio ou córrego recebe uma quantidade de água, proveniente da chuva, maior do que sua capacidade de comportá-la, ele transborda, ocasionando a enchente. Isso é um processo natural e todo rio necessita de uma área chamada de “área de inundação” para onde a água escoará. Aqui que se encontra um dos grandes problemas das enchentes e alagamentos nas cidades: essa área de inundação, em muitas cidades, não foi respeitada e muitas pessoas ergueram suas moradias onde o rio naturalmente irá transbordar e alagar as casas.
A ocorrência de enchentes é mais frequente em áreas mais ocupadas, quando os sistemas de drenagem passam a ter menor eficiência com o tempo se não forem recalculados ou devidamente adaptados tecnicamente. É comum o aumento das destruições devido sobretudo ao adensamento populacional de determinadas áreas sujeitas tradicionalmente a cheias cíclicas. Quando este transbordamento ocorre em regiões com baixa ou nenhuma ocupação humana, a própria natureza pode se encarregar de absorver os excessos de água gradativamente, gerando poucos danos ao ecossistema, mas podendo gerar danos à agricultura.
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